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quarta-feira, 15 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
(A prova de que até nos momentos menos bons podemos e devemos esboçar sorrisos...)
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Momentos...,
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Remexendo no meu baú de recordações...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Ouch I have lost myself again
Lost myself and I am nowhere to be found,
Yeah I think that I might break
I've lost myself again and I feel unsafe
Be me friend... hold me... warm me up
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Momentos...,
Remexendo no meu baú de recordações...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Hands down
I'm too proud, for love
But with eyes shut
It's you I'm thinking of
But how we move from A to B it can't be up to me
Cause I don't know
Eye to eye
Thigh to Thigh
I let go
Easy conversations, there's no such thing
No I'm shy, shy, shy
My hips they lie 'cause in reality I'm shy, shy, shy
But when I trip on my feet
Look at the ground
The words are, written in the dust
When I'm shaking my hips
Look for the swing
The words are written in the air
Lykke Li
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Momentos...,
O que por aqui se ouve...
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"As máscaras são expressões deliberadas e ecos admiráveis do sentimento, ao mesmo tempo fiéis, discretas e superlativas. As coisas vivas em contacto com o ar adquirem necessariamente uma cutícula, e não podemos acusar as cutículas pelo facto de não serem corações; contudo há certos filósofos que parecem acusar as imagens de não serem coisas, e as palavras de não serem sentimentos. As palavras e as imagens são como conchas, partes não menos integrantes da natureza do que as substâncias que protegem, mas mais dirigidas ao olhar e mais expostas à observação. Não me parece que possamos dizer que a substância existe por causa da aparência, ou os rostos por causa das máscaras, ou as paixões por causa da poesia e da virtude. Não há nada que apareça na natureza por causa de outra coisa qualquer; todos os aspectos e produtos pertencem em medida igual ao ciclo da existência..."
Santanaya, G. (1992)
Iludida ou desiludida?!

É ténue a linha que separa o bem do mal... o certo do errado... o esperado do inesperado... o real do idealizado...
Ao mínimo instante a desilusão toma conta de nós, instala-se e fica ali... Mas de quem é a culpa? De quem afinal não é o que é suposto ser ou de quem criou uma ilusão em torno desse alguém?
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
E eis que antes de um filmezinho surge... uma publicidade que vale a pena...
quinta-feira, 19 de junho de 2008

Have you ever thought about what protects our hearts?
Just a cage of rib bones and other various parts.
So it's fairly simple to cut right through the mess,
And to stop the muscle that makes us confess.
And we are so fragile,
And our cracking bones make noise,
And we are just,
Breakable, breakable, breakable girls and boys.
Ingrid Michaelson
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O que por aqui se ouve...
quinta-feira, 12 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Se a chama chega, E ninguém chega à chama Do que vale arder? Se o barco parte sem velas, De que serve a maré? Não se mostra o trajecto A quem parte para se perder Não se dá boleia A quem precisa de ir a pé E é como quando pensas que estás a chegar E não deste um passo Onde eu estou, nada mais pode crescer Eu sou assim, uma fénix a arder São só os meus erros, é toda a minha culpa E é todo o meu cansaço Hoje até o ar anda cansado Preciso de um enigma P'ra pôr fim ao propor Não sei o que me deu, não costumo estar assim Desco a rua que passa, rente à boca do mundo Sinto a vida que passa E os rumores que circulam na boca do mundo Onde eu estou, nada mais pode crescer Eu sou assim, uma fénix a arder São só os meus erros, é toda a minha culpa E é tudo o que faço E é todo o meu cansaço Por fim, por fim... Onde eu estou, nada mais pode crescer Eu sou assim, uma fénix a arder Onde eu estou, nada mais pode crescer Eu sou assim, uma fénix a arder São só os meus erros, é toda a minha culpa É tudo o que faço E é todo o meu cansaço E é tudo o que faço E é todo o meu cansaço Por fim, por fim... Sinto a vida que passa Na boca do mundo, não se sabe quem é quem...
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O que por aqui se ouve...
sexta-feira, 23 de maio de 2008

“Vivo algures num ponto indeterminado. Um ponto que fica entre a realidade e o sonho. Sonho que é sonho da própria realidade ou que é realidade sonhada.”
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segunda-feira, 19 de maio de 2008
Elizabeth: So what's wrong with the Blueberry Pie?
Jeremy: There's nothing wrong with the Blueberry Pie, just people make other choices. You can't blame the Blueberry Pie, it's just... no one wants it.
Elizabeth: [wiping her tears] How do you say goodbye to someone you can't imagine living without? I didn't say goodbye. [pause]
Elizabeth: I didn't say anything. I just walked away.
Katya: Sometimes, even if you have the keys those doors still can't be opened. Can they?
Jeremy: Even if the door is open, the person you're looking for may not be there, Katya.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo-as todas, um dia vou construir um castelo..."
A maior empresa do Mundo, Fernando Pessoa
Parece que decidi finalmente escrever a minha história... :)
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